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RIS · Sistema de Informação Radiológica

Exame feito não pode virar exame perdido.

No RIS da OnlineClinic o exame anda numa esteira só: nasce na agenda, sobe para o aparelho pela worklist DICOM com número de acesso estável e mantém o estado do envio. A worklist é configurada por procedimento depois do diagnóstico técnico do endpoint e do equipamento.

Para quem responde pelo serviço de imagem: a clínica com aparelho próprio, o serviço de diagnóstico e a rede pública que roda carreta e mutirão.

  • Worklist DICOM (MWL)
  • Accession estável, estado e reenvio
  • Configuração por procedimento
  • Clínica móvel com agenda SIRESP

O caminho de uma entrada, da marcação ao envio. Ilustração; nenhuma tela real do sistema.

  1. AGENDA Nasce na agenda O procedimento e os dados do paciente vêm do agendamento.
  2. CHECK-IN A entrada é criada O check-in dispara a criação idempotente para o procedimento configurado.
  3. PENDENTE O snapshot fica guardado Accession e dados do agendamento ficam estáveis para o envio.
  4. ENVIADO A resposta fica registrada O estado e o instante do envio ficam vinculados à mesma entrada.

Azul: o exame andando. Verde: resposta registrada.

O que quebra hoje

Três sistemas que não se falam, e a conta chega no fechamento

A agenda está num sistema e o aparelho noutro. Entre eles, uma pessoa digitando o nome do paciente e o procedimento de novo.

  1. A redigitação

    O nome do paciente vai para a estação pela mão do técnico. Uma letra diferente, uma data trocada, e o estudo deixa de casar com o cadastro que gerou o pedido.

    A entrada deixa de corresponder ao agendamento que originou o exame.
  2. O procedimento sem configuração

    Worklist não é habilitada por semelhança de nome. Cada procedimento precisa da modalidade DICOM definida depois do diagnóstico técnico.

    Sem configuração explícita, a página não promete envio.
  3. O envio sem estado

    Sem registrar pendência, resposta ou falha, a equipe não consegue distinguir o que foi enviado do que precisa ser reenviado.

    O estado e o instante do envio precisam acompanhar a mesma entrada.

Exame feito no paciente não devia depender de alguém lembrar.

O incômodo do gestor de imagem não é o trabalho. É não saber se a entrada ficou pendente, foi enviada ou falhou. O estado precisa acompanhar a mesma entrada; a memória de quem estava na sala não é sistema de informação.

Profissional de radiologia acompanha imagens na estação de trabalho, com o equipamento de tomografia ao fundo
Ambientação de uma operação de radiologia. Imagem gerada; telas sem dados de paciente.
O mecanismo

A worklist DICOM: o aparelho recebe o paciente pronto

Modality Worklist (MWL) é o serviço DICOM pelo qual a estação de imagem pergunta ao sistema quem é o próximo. No check-in, a resposta já está lá.

CHECK-IN A recepção confirma o paciente Nome, nascimento e procedimento saem do cadastro e do agendamento já existentes.
O RIS responde a lista de trabalho Uma entrada por exame, com número de acesso (accession) estável do começo ao fim.
ESTAÇÕES Modalidade configurada O código DICOM é definido no procedimento após o diagnóstico técnico.
Ilustração do caminho da worklist DICOM. Nenhuma tela real do sistema.

Accession estável

Cada entrada carrega um número de acesso que não muda. Ele identifica o mesmo exame antes e depois do reenvio, sem gerar outro agendamento.

Estado e reenvio

A entrada mostra se foi para o aparelho e quando. Equipamento fora do ar não vira retrabalho: você reenvia a mesma entrada, sem refazer o agendamento.

A observação vai junto

A descrição do procedimento configurado compõe o payload. A página não anuncia observação clínica livre como campo da worklist.

O recorte honesto: a worklist só é enviada quando a clínica está ativa para o recurso e o procedimento foi marcado com uma modalidade DICOM. Endpoint, aparelho e formato são validados no diagnóstico técnico; nenhuma compatibilidade é presumida nesta página.

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Fora do prédio

Na clínica móvel, agenda, CNS e unidade executora mudam

O importador SIRESP e os relatórios por unidade estão documentados. A worklist só entra depois do diagnóstico técnico e da configuração da clínica e do procedimento.

Agenda do dia MUDA
Marcada na recepção, exame a exame.
Importada em lote da planilha do SIRESP, com pré-visualização antes de gravar.
Cadastro do paciente MUDA
Buscado ou criado no cadastro da clínica.
Identificado pelo Cartão Nacional de Saúde (CNS).
Worklist IGUAL
Depende da clínica e do procedimento configurados.
Depende da clínica móvel e do procedimento configurados.
Endpoint IGUAL
Validado no diagnóstico técnico.
Validado no diagnóstico técnico.
Relatório MUDA
Produção por clínica.
Produção por unidade móvel e por estabelecimento (CNES).
O que costuma travar

As perguntas que decidem essa troca

Já tenho PACS. Vou ter que trocar?
O RIS não é PACS e não armazena o estudo de imagem. A conexão com o arquivo e com o equipamento existente depende de diagnóstico técnico; a página não presume compatibilidade nem promete troca automática.
Cada equipamento usa uma configuração diferente?
Endpoint, modalidade DICOM e procedimento são conferidos no diagnóstico técnico. A página não presume compatibilidade com fabricante, modelo ou arquivo de imagem.
E se o aparelho estiver fora do ar na hora do check-in?
A entrada guarda o estado do envio. Quando o equipamento voltar, você reenvia a mesma entrada, com o mesmo accession, sem refazer o agendamento nem redigitar o paciente.
Que descrição chega na entrada de worklist?
A descrição do procedimento configurado compõe o payload. Observação clínica livre do solicitante não é anunciada aqui como campo de worklist.
Depois da configuração

Cada entrada mantém o próprio estado

  • Cada envio carrega o próprio estadoPendente, enviado ou falha, com resposta e instante registrados.
  • Falha não exige outro agendamentoA mesma entrada pode ser reenviada com o accession preservado.
  • O snapshot não muda no reenvioOs dados do agendamento permanecem vinculados ao mesmo accession.

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Dúvidas

RIS e worklist: o que perguntam antes de configurar

O que é um RIS e o que ele faz?

RIS (Radiology Information System, ou Sistema de Informação Radiológica) organiza a rotina do serviço de imagem. O recorte comprovado nesta página cobre agenda de exames, entrada de worklist e estado do envio.

O que é a worklist DICOM (Modality Worklist)?

Modality Worklist (MWL) é o serviço DICOM pelo qual a estação de imagem consulta a lista de trabalho. Quando a recepção faz o check-in, o sistema cria uma entrada com número de acesso estável e o snapshot do agendamento. O envio depende de worklist ativa na clínica e de procedimento explicitamente configurado.

Quais modalidades e exames de imagem entram?

A agenda cadastra procedimentos de tomografia, ressonância, mamografia, ultrassonografia e radiografia por região anatômica. Isso não declara compatibilidade do seu equipamento. O diagnóstico técnico confirma endpoint, modalidade DICOM e procedimento antes de habilitar o envio.

O RIS substitui o meu PACS?

Não. O PACS guarda e distribui a imagem; o RIS organiza agenda, worklist e estado do exame. A convivência com o arquivo existente é validada no diagnóstico técnico, sem compatibilidade presumida.

Dá para reenviar a worklist se o equipamento estiver fora do ar?

Sim. A entrada carrega o estado do envio e pode ser reenviada com o mesmo número de acesso (accession), sem refazer o agendamento. O accession permanece estável no envio e no reenvio.

Funciona em carreta e mutirão de imagem?

O fluxo móvel comprovado importa a agenda SIRESP com pré-visualização, identifica o paciente pelo CNS e separa o relatório por unidade executora e CNES. Worklist continua condicionada à configuração da clínica, do procedimento e do endpoint.

Preciso mandar dado de paciente para ver a demonstração?

Não. A demonstração usa caso genérico e dados sintéticos. Não envie planilha nem arquivo com dado identificável de paciente.

Contato

Veja o exame sair do check-in e ganhar estado de envio

Conte quais exames você agenda e qual equipamento ou endpoint precisa avaliar. A demonstração começa pelo diagnóstico técnico, sem compatibilidade presumida.

  1. Você descreve o seu parque: modalidades, endpoint e quem lauda.
  2. A equipe faz o diagnóstico técnico: clínica, procedimento, código DICOM e formato esperado.
  3. Você vê o envio controlado: do check-in ao estado e ao reenvio da mesma entrada.
  • A demonstração usa caso genérico, sem dado identificável
  • Accession estável na entrada e no reenvio
  • Worklist com estado e reenvio, sem refazer agendamento
  • Clínica móvel validada separadamente no diagnóstico técnico

A demonstração usa caso genérico e dados sintéticos: não envie planilha nem arquivo com dado identificável de paciente.

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